Os tempos dourados de Barack e Michelle Obama como o primeiro casal querido dos Estados Unidos pode estar passando por um período de turbulência. Segundo relatos de fontes à mídia de língua inglesa, a dupla vive um momento ruim do relacionamento e, nas versões mais pessimistas, poderia mesmo vir a encarar um divórcio uma vez findo o segundo mandato do presidente democrata. Segundo o Daily Mail, que se baseia no tabloide americano National Enquirer, a Casa Branca nega os rumores de atrito, mas os boatos sobre o fim do casamento que já dura 21 anos seriam uma das questões que mais ocupam os debates das mesas de fofoca de Washington e que se refletiriam em uma clara "frieza" observada das recentes fotografias entre ambos. O National Enquirer foi responsável por revelar escândalos pessoais de políticos americanos, como os casos entre o ex-presidente Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinski, e do ex-pré-candidato democrata à Presidência John Edwards, que admitiu uma relação extraconjugal após ter criticado Clinton.
O papa Francisco fez uma homenagem neste domingo às 700 mil freiras católicas do mundo, sem as quais, disse, "não é possível imaginar a Igreja", ao mesmo tempo em que pediu mais uma vez a defesa da vida "desde o ventre materno". "Reflitamos: o que aconteceria se não existissem as irmãs, as irmãs nos hospitais, nas missões, nas escolas?", perguntou a dezenas de milhares de pessoas reunidas sob chuva na praça de São Pedro para bênção do Angelus. "Podemos imaginar uma Igreja sem as irmãs? Não, não podemos. É este dom (...) Como são grandes estas mulheres que dedicam sua vida e levam a mensagem de Jesus!", destacou, em uma nova homenagem à importância das mulheres na Igreja. Francisco também voltou a criticar o aborto e a eutanásia, sem citá-los diretamente. "Cada vida, sobretudo as dos mais frágeis, deve ser respeitada, protegida e promovida, do ventre materno até seu fim nesta terra", disse, ao dar seu respaldo aos bispos italianos na "Jornada da vida".