quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Com direitos políticos suspensos, 19 mil baianos não podem participar da vida pública do país
Aproximadamente 19 mil baianos estão com os direitos políticos suspensos, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em todo o país, são mais de 800 mil brasileiros, segundo pesquisa deita no início deste mês. De acordo com o órgão, com os direitos políticos cassados, o eleitor não pode atuar na vida pública do país, fazer alistamento eleitoral, se filiar a partido político ou exercer cargo público. O cidadão também fica proibido de votar ou ser votado, além de se associar a sindicatos. Na Bahia, a maior parte dos eleitores tiveram os direitos políticos suspensos por condenação criminal ou interdição por incapacidade civil, por exemplo, por enfermidade ou deficiência mental. Para retomar os direitos, o eleitor deve ir à Zona Eleitoral de sua inscrição, com um documento expedido pelo órgão com o qual estava pendente, comprovando o fim da restrição. No caso de condenação criminal transitada em julgado, é necessário apresentar documentação que comprove, por exemplo, o cumprimento da pena.
Com 16 por mês, Bahia é o 4º estado em assalto a banco, aponta sindicato
Com média de 16 casos por mês, a Bahia é apontado como o quarto estado com maior número de assalto a agências bancárias no país, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (22) pelo Sindicato dos Bancários da Bahia. Ao todo, foram contabilizadas 100 ataques entre janeiro e julho deste ano no estado, de acordo com a entidade. Antes da Bahia, estão São Paulo, com 334 ataques, Minas Gerais, com 170 e Paraná, com 118 ocorrências. Em todo país, a média é de 8,24 crimes por dia, o equivalente a 1.484 casos no período citado. Do total, 431 foram assaltos e 1.053 arrombamentos. Comparando ao ano passado, o balanço do sindicato indica um aumento de 17,7%, com 1.261 ataques. (G1/Bahia)
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
No Brasil, 68% assistem à TV e usam celular ao mesmo tempo, diz estudo
No Brasil, praticamente sete em cada dez pessoas (68%) assistem à TV e interagem com smartphones ao mesmo tempo e mais de 30 milhões de pessoas consomem mídia em três telas (TV, computador e smartphone). As informações fazem parte de uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Google Brasil. O levantamento nacional feito pelo instituto de pesquisas Ipsos com base em 1.300 entrevistas on-line, em maio e junho desse ano, mostra que o consumo de três telas simultâneas pelos brasileiros é quase o dobro em relação a usuários da França e do Reino Unido. O consumo de pelo menos duas telas (TV e computador) é hábito de 63 milhões de brasileiros, segundo o levantamento e metade da população on-line assiste TV e acessa a internet.
“A rápida adoção de smartphones e tablets no Brasil está cada vez mais redefinindo o comportamento do consumidor e inaugurando o que chamamos de ‘o novo contexto multi-telas’”, observa o Google em comunicado. De acordo com a empresa de internet, a penetração de smartphones no país cresceu 86% ano a ano chegando a 26% da população, enquanto a adoção de tablets quadruplicou no período. A maior parte da exposição à mídia ocorre por meio de telas (69%), sendo o computador o que tem a maior média semanal (26 horas), seguido da televisão (19 horas) e smartphones (13 horas). Ainda segundo o estudo, o comportamento do brasileiro diante das telas é mais simultâneo do que sequencial, sendo a TV a tela consumida de forma mais simultânea.
Marcelo Pesseghini contou que tinha matado família, dizem colegas de escola
Colegas do menino Marcelo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de matar os país, a avó e a tia-avó na Brasilândia, na zona norte de São Paulo, teriam dito à polícia que o garoto confessou a eles ter matado a família. Segundo a TV Globo, dois colegas dele disseram à polícia que minutos antes de a aula começar, no dia 5 de agosto, Marcelo teria contado que matou a família. Para um dos garotos, Marcelo teria perguntado: “Se eu morrer, vocês vão sentir a minha falta?”. Os garotos acharam que era brincadeira. A polícia quer ouvir mais colegas de escola do garoto, para traçar um perfil dele. Marcelo é o principal suspeito de ter matado a mãe, o pai, a avó e a tia-avó. Depois, ele teria se matado. Marcelo Pesseghini poderia estar num estado de “anormalidade mental” quando supostamente matou a família na Brasilândia, na zona norte de São Paulo, segundo o psiquiatra forense Guido Palomba.
O psiquiatra foi convidado pela polícia a analisar os depoimentos e a dar sua opinião sobre as mortes da família de policiais militares. Palomba, no entanto, disse ao Globo que ainda não teve acesso aos depoimentos já prestados à polícia. Ele fará uma “perícia póstuma retrospectiva”, a partir do estudo das oitivas e de informações sobre dados clínicos de Marcelo. Isso, no entanto, só deve começar depois que a polícia terminar de ouvir testemunhas e receber laudos do Instituto de Criminalística.
Ministério da Educação quer criar Programa Mais Professores
O Ministério da Educação (MEC) quer levar professores a escolas onde faltam docentes em ação semelhante ao Mais Médicos. O Mais Professores faz parte do Compromisso Nacional pelo Ensino Médio, apresentado nesta quarta-feira (21) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, na Câmara dos Deputados. A criação do programa já havia sido comentada antes pelo ministro, mas é a primeira vez que é apresentado em detalhes. Segundo Mercadante, o compromisso ainda está em fase de desenvolvimento e depende do Orçamento disponível. Entre as ações do programa, está a proposta de levar professores a escolas de municípios com índices de desenvolvimento humano baixos ou muito baixos e que tenham um baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) - índice calculado a partir do fluxo escolar e o desempenhos dos estudantes em avaliações nacionais. A intenção é que, mediante o pagamento de uma bolsa, professores se disponham a reforçar o quadro dessas escolas. Para as escolas com baixo rendimento, a pasta quer atrair bons professores para melhorar o ambiente acadêmico. Caso não haja professores disponíveis na rede, o MEC cogita a participação de professores aposentados que queiram voltar às salas de aula. Segundo Mercadante, as áreas com as maiores carências de professores são matemática, física, química e inglês. O ministro diz que as disciplinas representam cerca de 3% das matrículas de ensino superior, índice que tem se mantido constante. O Mais Professores, esclarece o ministro, ainda é uma proposta em aberto.
Governo vai gastar R$ 49,86 por candidato do Enem em 2013
A edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai custar aos cofres do governo federal R$ 49,86 por candidato, um investimento total de mais de R$ 357,6 milhões. O valor por candidato é superior ao da edição anterior, quando o gasto foi de R$ 46 por aluno. Segundo o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o aumento se deve aos investimentos para garantir a segurança na aplicação das provas e ao volume de isenções. "Chegamos, preservando a qualidade e os itens de certificação e segurança, a um valor que é quase um terço de um vestibular tradicional”, disse Luiz Cláudio Costa, ao anunciar os dados nesta quarta-feira.
Em 2013, cerca de 5,2 milhões de candidatos foram liberados do pagamento da taxa de inscrição, de R$ 35, o que representa 73,1% dos 7,1 milhões de candidatos. No ano passado a isenção beneficiou 3,9 milhões de estudantes - 68% dos 5,7 milhões de inscritos. Segundo o Inep, além do número de inscritos superar em 24% o de 2012, haverá ampliação na logística do exame. Serão impressos 15,7 milhões de provas, a ser distribuídos em 1.661 municípios e em 15.576 locais de aplicação. Na entrega dos 63.340 malotes serão percorridas 9.480 rotas de distribuição em 308 mil quilômetros. Em 2012, foram 12,7 milhões de provas, 1.615 municípios envolvidos, 15.076 locais de prova, 48.341 malotes, 9.788 rotas e 305 mil quilômetros.
Proibição de refrigerantes em escolas é aprovada no Senado
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (21) projeto que proíbe a venda em escolas públicas e privadas de bebidas com baixo valor nutricional, como o refrigerante, e de alimentos com alto teor de gordura e sódio, como os salgados. O projeto foi aprovado em turno suplementar - segunda análise do texto em caso de alterações. Caso não haja recurso para que o projeto seja apreciado no plenário, a proposta segue para a Câmara dos Deputados.
O projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), tem como objetivo reduzir os índices de obesidade infantil e se baseia em iniciativas já tomadas por estados e municípios. Pelo texto, as cantinas que venderem os produtos não recomendados devem ter o licenciamento vedado ou o alvará não renovado. A proposta deixa pendente de regulamentação a definição das bebidas e alimentos que devem ser banidos. O projeto também altera o Estatuto da Criança e do Adolescente de modo a determinar que o Sistema Único de Saúde (SUS) desenvolva ações de educação nutricional, de promoção de alimentação saudável e de prevenção e controle de distúrbios nutricionais em crianças e adolescentes.
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