Em reunião com o promotor Roberto Senise nesta segunda-feira, a CBF se recusou a assinar um termo devolvendo à Portuguesa os pontos retirados pela punição do STJD no caso Heverton. A recusa deixou claro o desejo de defender a decisão do tribunal e manter o rebaixamento do clube paulista para a Série B do Brasileirão. Compareceram ao encontro o advogado da entidade, Carlos Miguel Aidar, e o diretor de competições Virgílio Elíseo. Após cerca de uma hora e meia de conversas com o representante do Ministério Público, a decisão foi por manter a punição e o Fluminense na elite do futebol brasileiro. "A CBF não iria contrariar a decisão do tribunal esportivo. Nunca fez isso, e não faria agora", afirmou Aidar. Segundo o advogado da CBF, o próprio promotor já previa que o acordo não seria aceito. Agora, o foco da entidade é em cassar as últimas liminares vigentes, que incluem uma obtida na última sexta-feira pela Associação Brasileira do Consumidor (outras duas estão na Justiça de São Paulo, e uma em São José do Rio Preto). O MP estuda entrar com uma Ação Cívil Pública contra a CBF, mas ainda não se pronunciou oficialmente.
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